Cinco lições que aprendi com “Comer Rezar Amar”

O livro Comer Rezar Amar, que originou o filme estrelado por Julia Roberts, está na lista dos queridinhos de muita gente. Todo mundo deveria ler/ver. Alguma lição você vai tirar.

Julia Roberts em cena de Comer Rezar Amar (A Soma de Todos os Afetos)

A história tem várias vertentes e diversos pensamentos que colocam muitas questões em cheque. É impossível não se identificar com algo do livro/filme.

Elizabeth Gilbert (Julia Roberts) é uma mulher casada, com um bom emprego e com planos para o futuro. Mas, em um certo momento, ela percebe que, na verdade, está totalmente frustrada com sua vida. A partir de então, ela decide largar tudo – tudo mesmo – e viajar.

Nessa jornada ela passa pela Itália, Índia e Bali em busca de, principalmente, autoconhecimento.

Separei cinco lições que aprendi com o livro/filme:

  1. Viaje

Mesmo que sozinho. Conhecer novos lugares e pessoas faz a gente renascer de alguma forma. Levamos de cada lugar e de cada pessoa algo de bom. Fora que conhecemos diferentes culinárias e culturas. Viaje sozinho. É incrível.

  1. O autoconhecimento é fundamental

Quando você está bem consigo mesmo, tudo muda. Não há nada melhor do que nos sentirmos bem com a nossa própria companhia. Isso nos faz refletir, tomar decisões, rever conceitos. Além disso, aprendemos a nos amar do jeito que somos e aí tudo fica mais leve e fácil.

  1. Você não precisa de alguém para ser feliz

Sim, você pode estar sozinho (a) e estar feliz. Esse lance de “metade da laranja” e “tampa da panela” já é coisa do passado. Podemos – e devemos – nos permitir ficar sozinhos (as) por algum tempo, seja ele qual for.

  1. Não é feio fracassar

Não deu certo? Paciência. Não será a primeira e nem a última vez. Feio é desistir. Fracassar é tão normal quanto acertar. Altos e baixos. Dias bons e ruins. Erros e acertos. Tudo isso faz parte da vida e precisamos aprender a lidar com isso. De cabeça erguida, sempre.

  1. A liberdade é um dos bens mais preciosos

Siga sempre em frente. Não devemos jamais abrir mão da nossa liberdade e daquilo que nos faz bem. Quando nos sentimos livres, parece que tudo conspira a nosso favor. Livre-se das amarras, livre-se daquilo que te aperta, que te prende, que te machuca. E vai… Vai ser feliz. A gente merece.

O livro ocupou por um ano o primeiro lugar da lista de mais vendidos do The New York Times (Objetiva)

Carol Datore

Jornalista de corpo e alma. Publicitária pelo destino. Palmeirense, virginiana e amante do bom e velho rock nacional.

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