Escolas cervejeiras: Americana  

Bom, para finalizar nossa série sobre as escolas cervejeiras, vamos contar a história desta, que é perfumada, amarga e refrescante, escola americana.

 

Onde tudo começou

Em 1876, nos Estados Unidos, as cervejas artesanais eram produzidas, principalmente, pelos imigrantes europeus que colonizavam o território. Eram pelo menos 2.700 cervejarias produzindo a bebida internamente em suas colônias.

Em 1920, foi implantado nos Estados Unidos, o que ficaria conhecido como o “maior fracasso legislativo da América”, a Lei Seca. Eles culpavam o álcool de ser o grande causador de problemas do país. Foram descartados litros e mais litros e cerveja e todas as cervejarias foram fechadas.

Após 12 anos em vigor, a Lei Seca foi revogada, dando início a nova era da cerveja no EUA. A Reviravolta começou nos anos 70 no estado da Califórnia.

 

As principais características

Nos anos 80 e 90 as cervejarias começaram a se consolidar. Hoje, são mais de mil cervejarias em solo norte-americano. As características são extremas. A influência vem de todas as outras escolas, mas sempre com o toque americano. Aqui o elemento mais importante, o rei do pedaço, é o lúpulo.

Os americanos são responsáveis pela reinvenção de alguns estilos de cerveja, como as American IPAs, que é uma interpretação da IPA britânica, porém com maior presença do lúpulo (olha ele ai!), lúpulos AMERICANOS, com características mais cítricas.

Como eles gostam de aumentar tudo, quantidade de malte, volume alcoólico, amargor e tal, pode-se dizer que não existe estilo que os americanos não possam transformar em Imperial ou seja a bebida será, pelo menos, duas vezes mais potente em suas características.

 

Principais cervejarias

Anchor

Founders

Ballast

 

Brooklyn

 

 

Budweiser

Coronado

 

Goose Island

 

Rogue

Bejo pro cês!

Daiane Oliveira

Jornalista, apaixonada por rock & roll e Sommelier de Cervejas

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