Vende-se maconha

MACONHA. Um tema recorrente em discussões dos mais variados tipos, como, por exemplo, sua legalização para uso medicinal ou recreativo. Um relatório feito em 2014 pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC), revelou que 4,9% da população mundial com idades entre 15 e 64 anos revelou já ter consumido essa droga em 2012, ano base da análise. No ranking de países temos a Islândia em primeiro com 18,3% de usuários assumidos seguido da Nigéria com 16,8%. O Brasil ocupa a 16º posição. E o que isso tem a ver com publicidade? Bom, uma das campeãs em ações criativas para vender seu conteúdo, a Netflix, resolveu vender maconha para divulgar sua nova série Original, Disjointed, que conta a história de uma ativista pró-cannabis, interpretada pela ganhadora do Oscar Kathy Bates, proprietária de uma loja que vende maconha medicinal e sonha em expandir o seu negócio. O QUÊ? A NETFLIX VENDEU MACONHA? Sim, você não leu errado.

 

As vendas aconteceram nos dias 26 e 27 de agosto na cidade de West Hollywood, que fica no estado americano da Califórnia, e apenas consumidores maiores de 21 anos credenciados para o uso de maconha medicinal podiam comprar. O produto estava disponível em potes com 3,5 gramas de cannabis e a The Netflix Collection (como foi chamada a coleção) era composta por seis diferentes tipos de maconha (alerta de trocadilho) “baseado” em séries da própria Netflix. São elas: Baka Bile, inspirada em Santa Clarita Diet, Poussey Riot, representando The Orange is The New Black, Moon 13, para Mystery Science Theatre 3000, Camp Firewood, inspirada em Wet Hot American Summer, Prickly Muffin, de BoJack Horseman e Banana Stand Kush, representando Arrested Development.

 

Todos os episódios de Disjointed já estão disponíveis no catálogo da Netflix. Confira o trailer:

 

Mauricio Colar
28 anos, publicitário (isso já diz tudo sobre mim)

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