O Domínio Tricolor e a Rota do Hexa: Um Panorama do Futebol Brasileiro
Recentemente, o cenário do futebol brasileiro presenciou um feito histórico protagonizado pelo São Paulo Futebol Clube. Com a vitória sobre o Palmeiras na final da Supercopa do Brasil de 2024, disputada em 4 de fevereiro, o Tricolor Paulista atingiu um patamar inédito, consolidando-se como a única equipe do país a erguer todos os troféus de competições oficiais que disputou. O clube aproveitou o momento para alfinetar os rivais nas redes sociais, reacendendo o debate sobre o que realmente significa ser “Campeão de Tudo”. Essa alcunha, que antes era orgulho exclusivo dos torcedores do Internacional, agora possui um novo e isolado dono, uma vez que o time gaúcho, apesar de suas glórias passadas, jamais venceu a Supercopa — torneio que ficou extinto por quase três décadas e retornou ao calendário em 2020.
A Lista de Exigências e o Cenário dos Rivais
Para ostentar esse rótulo, a régua é alta: é preciso ter na galeria os principais troféus estaduais, o Brasileirão, a Copa do Brasil e a Supercopa, além das glórias continentais e mundiais, como Libertadores, Sul-Americana, Recopa e o Mundial de Clubes. Enquanto o São Paulo gabarita essa lista, os gigantes do futebol nacional esbarram em lacunas específicas. O Corinthians e o Flamengo, por exemplo, apesar de suas vastas galerias, nunca conquistaram a Copa Sul-Americana; o Timão chegou perto em 2023, mas caiu na semifinal, enquanto o Rubro-Negro amargou o vice em 2017. A Sul-Americana também é o sonho de consumo que falta para Santos e Grêmio.
Já em Minas Gerais, a ausência de títulos internacionais de segunda prateleira também pesa, mas o buraco é mais embaixo quando se fala de Mundial. Tanto Cruzeiro quanto Atlético-MG jamais levaram o troféu global da FIFA para Belo Horizonte, com o Galo tendo batido na trave em 2013 ao terminar em terceiro. A questão do Mundial, aliás, é o calcanhar de Aquiles do Palmeiras. Embora a torcida alviverde celebre a Copa Rio de 1951, a entidade máxima do futebol reconhece apenas os torneios a partir de 1960 como mundiais oficiais, deixando o Verdão tecnicamente fora desse seleto grupo na visão da FIFA.
De Olho em 2026: A Casa da Seleção nos EUA
Enquanto os clubes brasileiros correm atrás de preencher suas lacunas domésticas e internacionais, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) já definiu onde será montado o quartel-general para a busca do tão sonhado Hexa. Olhando para o futuro, a Seleção Brasileira confirmou que utilizará as instalações novíssimas do Red Bull New York durante a Copa do Mundo de 2026. Localizado em Morristown, Nova Jersey, o complexo ainda está em fase de finalização, com previsão de abertura para março, mas já impressiona pelos números e pela promessa de modernidade.
O investimento no local supera a casa dos 100 milhões de dólares e ocupa uma área de 80 acres. Batizado oficialmente como RWJBarnabas Health Red Bulls Performance Center, o espaço conta com oito campos de tamanho oficial, incluindo um estádio para 500 pessoas destinado às categorias de base, além de equipamentos de ponta para nutrição e condicionamento físico. A própria franquia da MLS descreve o local como o centro de treinamento mais inovador da América do Norte, situado estrategicamente a poucos quilômetros do complexo do New York Jets.
Logística e Concorrência pelo Espaço
A escolha não foi aleatória. Segundo a CBF, o CT do Red Bull foi o local mais requisitado entre as seleções que disputarão o mundial, o que exigiu agilidade dos dirigentes brasileiros. Rodrigo Caetano, coordenador geral da Seleção, destacou que a decisão foi pautada em avaliações minuciosas visando privacidade e conforto. Após o sorteio dos grupos, a busca se intensificou para garantir um ambiente que oferecesse a melhor estrutura possível.
Cícero Souza, gerente geral das seleções masculinas, reforçou que o objetivo era alinhar gramados de excelência com facilidades logísticas e o menor fuso horário possível. A delegação ficará hospedada no The Ridge Hotel, em Basking Ridge, garantindo que o foco total esteja no desempenho dentro de campo. Em uma competição da magnitude de uma Copa do Mundo, onde cada detalhe importa, o Brasil parece ter garantido, ao menos fora das quatro linhas, uma preparação de campeão.
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